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    Letreiro Dinâmico

    O PROJETO RÁDIO TREM, É DE CUNHO HISTÓRICO CULTURAL E TEM POR OBJETIVO, RECORDAR OS BONS TEMPOS E PARCELAS DA HISTÓRIA DO TREM. "ESTE BLOG É UM COMPLEMENTO DO WEB SITE PRINCIPAL." AGRADECEMOS A SUA COMPANHIA!

    10 ANOS DO PROJETO RÁDIO TREM

    10 ANOS DO PROJETO RÁDIO TREM

    Volta do trem de passageiros inclui trajeto entre Ibiá e Uberaba.

    (Imagem do acervo da Revista Ferroviária /  Portal Onda Sul)
    A Com intuito, de apresentar o levantamento e análise preliminar dos principais projetos que serão priorizados na implantação e operação de uma nova estrutura ferroviária em Minas Gerais. As propostas foram apresentadas no auditório do DER-MG, em Belo Horizonte.
    Foram elencadas 60 propostas, agrupadas por áreas temáticas. Assim sendo 23 de transporte ferroviário regional de passageiros, 15 de transporte de cargas, 11 de transporte turístico, 7 contornos e trechos urbanos e 4 plataformas logísticas.
    As propostas foram analisadas de forma multicriterial, levando em consideração a previsão de implantação, a demanda potencial e a complexidade da implantação. A partir dessa avaliação, foi criada uma hierarquia que servirá como orientação para desenvolvimento dos projetos.
    Propostas
    Entre as propostas para o transporte de cargas foram elencadas, entre outras, a ferrovia entre Unaí (MG) e Anápolis (GO) e a reativação de linhas, como a ligação entre Itaú de Minas, São Sebastião do Paraíso e Ribeirão Preto (SP).
    Para o transporte de passageiros, foram selecionados os trechos entre Divinópolis e Lavras, ligando o Centro-Oeste ao Sul de Minas, Uberaba - Araxá - Ibiá (no Triângulo), a ligação entre Belo Horizonte - Brumadinho e BH Eldorado, via Barreiro, entre outros.
    Nos estudos para trens turísticos serão objeto de estudo as ligações entre São Sebastião do Rio Verde a Passa Quatro, Cataguases - Além Paraíba - Três Rios (RJ), além de nove outros trechos.Também serão estudados, entre outros, projetos que contemplam travessias urbanas, como o contorno de Montes Claros e o Ferroanel de Belo Horizonte, entre Sarzedo / Betim e vetor norte da região metropolitana da capital.
    Entre os estudos que envolvem plataformas logísticas estão a integração do Porto Seco do Sul de Minas, em Varginha, ao ramal Varginha - Três Corações. Terminal Intermodal rodo-hidro-ferroviário de cargas em Chaveslândia (município de Santa Vitória), no Triângulo mineiro.
    Multimodal
    Uma das principais premissas do PEF é que o conceito de multimodalismo seja valorizado como uma solução para os gargalos logísticos, como explica o professor Paulo Resende da FDC. "O Brasil não pode mais continuar com essa briga entre modais de transporte. Não vamos usar o plano estratégico como instrumento de disputa, mas sim como um instrumento de direção única, para o desenvolvimento das ferrovias e dos modais de transporte em Minas Gerais".
    Etapas
    Estão previstos outros sete encontros para apresentação e acompanhamento das próximas etapas dos estudos elaborados pela FDC.
    Todos os documentos apresentados nas reuniões serão disponibilizados no site da Seinfra, bem como as respostas enviadas pelos participantes e que serão respondidas pela equipe técnica do PEF.

    Fonte: https://www.portalondasul.com.br/volta-do-trem-de-passa...

    FEVEREIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; REVISTAFERROVIÁRIA.




    Exposição em Santos marca os 153 anos da Estação do Valongo e da São Paulo Railway.


    *14/02/2020;
    Fotos: Divulgação/ Prefeitura de Santos

    Parte da história da pioneira São Paulo Railway (SPR), a primeira ferrovia paulista, e da Estação do Valongo pode ser conferida na programação especial a ser promovida neste sábado e domingo (15 e 16), em comemoração aos seus 153 anos.

    A estação, sede da Secretaria de Turismo de Santos (Setur) desde 2004 e do Estação Bistrô Restaurante-Escola, foi inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, com a chegada do primeiro trem a vapor da linha que ligava a capital ao litoral.

    A programação será realizada na Garagem do Bonde Roberto Mehanna Khamis (Largo Marquês de Monte Alegre, ao lado da estação) e envolve visita monitorada aos carros históricos ferroviários, exposição de 58 imagens do final do século 19 e início do 20, e ainda mostra de peças originais de comunicação da SPR, a exemplo de telégrafo, placa de ‘apite’, bandeiras de sinalização e sinaleiros luminosos. Para completar, o público poderá apreciar uma maquete modular de ferreomodelismo.

    A programação é desenvolvida pela Setur, em parceria com a recém-fundada Associação Brasileira de Preservação da Memória dos Transportes (MemoTransp) e a CET, e conta ainda com apoio da Secretaria de Cultura, Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF – Regional São Paulo) e Ferreoclube do ABC (FcABC).

    VISITAS MONITORADAS – As visitas aos carros históricos ferroviários, monitoradas por guias de turismo da Setur, serão realizadas das 11h às 16h, a cada 60 minutos, para grupos de até 30 pessoas. As senhas, gratuitas, estarão disponíveis na bilheteria da Linha Turística do Bonde, que funciona no Museu Pelé (Largo Marquês de Monte Alegre, 1, Valongo). Os carros foram doados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e, desde dezembro de 2018, encontram-se na garagem dos bondes, instalada no Armazém 12-A, o último armazém de ferro do porto, que antes funcionava na margem direita do cais.

    O carro Presidencial, de 1909, é o mais luxuoso. Com 16 poltronas estofadas e banheiro, era utilizado para viagens inaugurais e com autoridades – ele transportou ex-mandatários do país como Getúlio Vargas, Afonso Pena e Washington Luís.

    Utilizado em viagens de inspeção por técnicos e engenheiros ferroviários, o carro Administrativo, de 1913, possui uma cauda panorâmica de vidro e capacidade para 23 pessoas. Já o carro Buffet Pullman (1922) foi usado pela São Paulo Railway até 1947, inclusive nas viagens regulares entre Santos e a capital. Com capacidade para 14 pessoas, tem cozinha com bar e banheiro.

    FEVEREIRO/2020 – FONTE/MATERIA; PREFEITURA DE SANTOS - MAIS SANTOS.

    O Projeto Rádio Trem compartilha essa divulgação, em forma de apoio.

    Sim, é possível viajar de trem pelo Brasil! Veja roteiros.

    Passageiros espiam a imensidão lá de fora (Fernando Martinho/Viagem e Turismo)
    Percorremos cinco ferrovias para passageiros no Brasil. Foi uma viagem por uma profusão de histórias, rostos, paisagens. Foi Brasil na veia

    Trem de longa distância, trem diário, trem de fim de semana. Trem que passa por estradas de ferro centenárias, serpenteia a Serra do Mar, corre por planícies pantaneiras, contorna pedaços raros de Mata Atlântica nativa. Tem trem pra todo mundo – e não estamos falando de Europa.

    Ainda que a malha ferroviária brasileira não seja lá para inglês ver, temos quase 30 000 quilômetros de trilhos e estações que servem de cenário para novelas de época. Pois a Viagem e Turismo decidiu fazer um trem divertido: percorrer este Brasilzão através de suas ferrovias.

    Escolhemos cinco trechos e passamos por quase todas as regiões do país. Foram 1.689 quilômetros dentro de marias-fumaças, litorinas e locomotivas diesel-elétricas. A epopeia, que começou em Minas Gerais, na estação imperial de São João Del Rei, só terminou 12 dias depois...

    ... LEIA NA INTEGRA, CLICANDO ABAIXO, NO LINK DA MATÉRIA;

    JANEIRO 2020 – FONTE/MATÉRIA; VIAGEM E TURISMO - ABRIL.


    Por Laura Capanema; Set 2019, 15h35 - Publicado em 9 abr 2015, 18h01




    FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2020!


    O Projeto Rádio Trem, agradece a você que neste 2019, nos prestigiou com a sua companhia. 

    Desejamos um Feliz Natal e Próspero 2020!... Saúde e paz!...  Um grande abraço a todos!...

    Projeto Rádio Trem - radiotrem.com

    Retirada de trilhos nos anos 80 foi um erro, diz dirigente de entidade do setor.


    (Imagem divulgação - matéria Revista Ferroviária)

    Embora seja comum até hoje encontrarmos trilhos sem utilização em cidades do interior de São Paulo, foram feitos movimentos fortes dos governos principalmente nas décadas de 1980 e 1990 para a retirada deles.

    Foram períodos em que rodovias eram duplicadas e, em situação antagônica, os trens agonizavam e deixavam de transportar primeiro passageiros e, depois, cargas. Analisemos um pequeno trecho ferroviário, entre Ribeirão Preto e Franca. A retirada dos trilhos entre as duas importantes cidades do interior paulista não prejudicou só o transporte, já que fez também com que parte das estações no caminho perdessem utilidade.

    Dos 119,5 quilômetros de trilhos entre a principal estação de Ribeirão e a maior de Franca, ao menos 95,6 quilômetros não existem mais. Na estação Alto, ainda em Ribeirão, os trilhos deixaram de existir na segunda metade dos anos 1980, mas a estação já não tinha operações ferroviárias desde a década anterior. Das 12 estações entre as cidades, 4 estão abandonadas e 1 foi demolida.

    As outras 7 têm usos variados, normalmente ligados à cultura -como museu, centro cultural ou biblioteca. Entre elas estão Brodowski, Visconde de Parnaíba, Batatais e Boa Sorte.Mas, se os trilhos ainda existissem, a retomada do transporte de passageiros no interior poderia ocorrer com mais facilidade, segundo Joubert Fortes Flores Filho, presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos).

    "Foi uma decisão equivocada a retirada dos trilhos e de trens [nos anos 80]. Moro no Rio, mas nasci em Minas. Quando era menino e ia sempre para Minas com meus pais, pegava trem na estação Leopoldina, prédio histórico lindo e completamente abandonado aqui. Íamos de noite. Tinha cabine dormitório, adorava, e chegava de manhã em Minas. Hoje faz o trajeto em cinco horas. Isso foi fruto da implantação da indústria automobilística, criou o rodoviarismo", afirmou.

    TRECHOS INADEQUADOS

    O trecho rodoviário entre Ribeirão e Franca tem 89 quilômetros, mais curto que os 119,5 quilômetros da época das ferrovias. O motivo é simples: como a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro -que administrava a linha férrea que passava pelas cidades- tinha como interesse básico atender aos cafeicultores, seus principais clientes, o traçado da ferrovia era muito sinuoso, de forma a passar nas lavouras para o embarque da produção, rumo ao porto de Santos. Muitos trechos foram retificados ao longo das décadas para corrigir essa sinuosidade.

    Mas há curvas inadequadas, rampas acentuadas, baixas velocidades e composições que cortam a zona urbana de importantes cidades paulistas até hoje.

    "Achou-se que podia fazer tudo pela rodovia. EUA, França e Japão têm ótimas rodovias, mas também ótimos sistemas ferroviários. Usam ferrovia e rodovia capilarmente. Aqui, erradicaram os trens. Muitas cidades do Sudeste dependiam do trem. Hoje somos os maiores produtores de soja do mundo, mas quanto custa? Faz a viagem de caminhão, dá vontade rir, para não chorar. Por que fizemos isso?", questionou o presidente da associação.

    De acordo com ele, pode ser mais barato implantar BRTs (ônibus que rodam em vias segregadas e contam com características como ultrapassagem nas estações, embarque em nível e pré-pagamento da tarifa) que metrôs ou VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos), mas esse sistema não permite o transporte em massa de passageiros. 

    "É mais barato colocar BRT num corredor em vez de metrô ou VLT?
    Às vezes até é, mas é igual à história da soja. Quantas pessoas precisa carregar por hora? Quarenta mil, 50 mil, como o corredor da linha 2 do Rio. Não adianta botar ônibus, metrô transporta num carro 300 pessoas. Um de seis carros dá quase 2.000 pessoas, enquanto num ônibus são 70 pessoas, 40 em pé e 30 sentadas. É incomparável", disse.

    Fonte: https://sobretrilhos.blogfolha.uol.com.br/2019/11/19/re...


    NOVEMBRO/2019 – REVISTA FERROVIÁRIA.