A icônica Estação Júlio Prestes, da Estrada de Ferro Sorocabana, inaugurada nos idos de 1938, que atualmente (2026) é o início da Linha 8 Diamante do Trem Metropolitano da RMSP, no passado era o início da jornada dos Trens de Passageiros de Longo Percurso, para as cidades da Alta Sorocabana (São Roque, Mairinque, Sorocaba, Botucatu, Assis, Presidente Prudente e Presidente Epitácio), até o final dos anos noventa. Sendo que entre meados da década de 1950 e meados dos anos setenta, era também o início da jornada dos Trens que atendiam as estações e paradas do Ramal de Jurubatuba, na Zona Sul Paulistana (atual Linha 9 Esmeralda do Trem Metropolitano), tanto para o serviço de Subúrbio que operava até a antiga Estação Cidade Dutra, em Interlagos e a Estação Colônia Paulista, em Parelheiros, quanto ao serviço de Longo Percurso, que seguia de passagem pela linha de Jurubatuba, para as estações da Baixada Santista e Litoral Sul Paulista.
A partir de 1971, essa estação passou a integrar o patrimônio da estatal FEPASA (Ferrovia Paulista S/A), que unificou a malha ferroviária paulista, incluindo as linhas da antiga Sorocabana, operando então a Júlio Prestes, até 1994, ano em que a estação foi repassada para a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que assumiu a operação do serviço de Trens Urbanos da RMSP, mantendo a estação até 2021/2022. Quando por conta do processo de concessão das Linhas 8 e 9 do Trem Metropolitano, as mesmas foram repassadas para a concessionária Via Mobilidade, que assumiu a estação.
Em 30 de Janeiro de 2026, após um período de cerca de 14 meses de obras de reforma, a estação Júlio Prestes, que continuou operando aos passageiros da Linha 8 Diamante, durante as intervenções de restauro, foi entregue totalmente revitalizada.
Parabéns a todos que participaram do processo de restauro da histórica Estação Júlio Prestes.
Belo vídeo do Canal Histórias e Lugares, mostrado a estação ferroviária e o entorno do bairro Vila Clarice, na Zona Norte Paulistana.
A Estação Vila Clarice ou Vila Clarisse, originalmente inaugurada nos idos de "1955" pela Estrada de Ferro Santos - Jundiaí (EFSJ), desde os anos noventa era administrada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Mas a partir de 2025, passou a ser administrada pela concessionária TIC Trens, que assumiu o trecho correspondente a Linha 7 Rubi do Trem Metropolitano, entre a estação paulistana da Barra Funda e a cidade de Jundiaí.
Belo Vídeo do Canal TPM, mostrando o andamento das obras de
reforma/restauro da majestosa Estação Júlio Prestes.
A histórica Estação Júlio Prestes, a qual originalmente era o início da Linha Tronco da antiga Estrada de Ferro Sorocabana (EFS), que a partir de 1971 passou a integrar a Ferrovia Paulista S/A (FEPASA), de onde partiam os Trens de Passageiros de Longo Percurso para as cidades da Alta Sorocabana, no Oeste Paulista (São Roque, Mairinque, Sorocaba, Botucatu, Assis, Presidente Prudente e Presidente Epitácio), a qual até meados dos anos setenta, também era a estação inicial dos Trens que operavam entre a capital e o Litoral Sul Paulista, via Ramal de Jurubatuba (atual Linha 9 Esmeralda), além de também ter sido a estação inicial aos Trens de Passageiros que em décadas passadas, operavam entre a capital paulista e cidades dos estados da Região Sul do país, desde o final dos anos noventa/início dos anos 2000, por conta da liquidação da estatal FEPASA ocorrida nos idos de 1998, que resultou na desativação dos Trens de Longo Percurso que ainda estavam operacionais entre a capital e o interior do estado, passou a ser apenas a estação inicial da antiga Linha Oeste do Trem Metropolitano, posteriormente Linha B e atual Linha 8 Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), operada desde o ano de 2021/22 pela concessionária Via Mobilidade.
A majestosa Júlio Prestes, a qual não por acaso está situada próxima da icônica Estação Luz, da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí, visto a facilidade do transbordo de cargas e de passageiros entre as duas ferrovias à época, vem passando por um processo de recuperação/restauro, que está revitalizando essa histórica estação ferroviária, na região central da cidade de São Paulo.
Parabenizamos o Canal TPM - Trens Pelo Metrô, pelo vídeo, que nos traz um panorama de como está ficando essa gloriosa estação, a qual fica a nossa torcida, para que continue sempre operacional, ao Trem Metropolitano, não virando posteriormente, apenas um "Museu", como já foi ventilado em artigos e matérias publicados em outras mídias...
Neste vídeo, no trecho inicial com imagens gravadas no começo dos anos 2000 pelo Preservacionista, Vanderlei Antonio Zago, temos a oportunidade de relembrar a Extensão Operacional "Provisória" (Jurubatuba - Interlagos - Grajaú - Varginha), implantada pela extinta FEPASA (Ferrovia Paulista S/A) nos anos noventa, mantida pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), até os idos do ano de 2001.
Nessa extensão, rodavam os antigos Trens Unidades Elétricos (Toshiba), encomendados ao Japão pela Estrada de Ferro Sorocabana, na década de 1950, dos quais algumas composições, foram reformadas pela extinta FEPASA nos anos oitenta e noventa.
Essas Unidades Japonesas de bitola estreita (Métrica), operavam tanto na extensão Jurubatuba - Varginha, quanto na extensão Itapevi - Amador Bueno; http://estacoesferroviarias.com.br/a/ambueno.htm
"Na baixada santista, por não haver eletrificação, essas unidades rodavam acopladas a Locomotivas Diesel, que tracionavam as composições."
A Extensão Provisória Jurubatuba - Varginha, foi desativada pela CPTM em 2001, visto a precariedade operacional na época.
Em 2021, tanto o Ramal de Jurubatuba (Linha Sul do Trem Metropolitano, atual Linha 9 Esmeralda), quanto a Linha Tronco (Linha Oeste do Trem Metropolitano, atual 8 Diamante), foram repassadas a Concessionária Via Mobilidade do Grupo CCR/Motiva, que assumiu a operação das linhas da antiga Estrada de Ferro Sorocabana, posteriormente Fepasa e CPTM, na RMSP; https://trilhos.motiva.com.br/viamobilidade8e9
Em 2022, o trecho entre a Estação Jurubatuba e a nova Estação Bruno Covas - Mendes Vila Natal (inaugurada em 2021), já estava modernizado, com as novas estações, Autódromo (inaugurada em 2007), Primavera - Interlagos e Grajaú (inauguradas em 2008), sendo atendido pelos Trens de bitola larga do trecho principal da atual Linha 9 Esmeralda, com composições de oito carros, operando desde a Estação Osasco. Estando ainda em faces de obras de modernização, o trecho até o bairro Varginha.
Em 27 de Janeiro de 2025, após anos de atraso nas obras, as quais ainda encontravam-se em faces de conclusão, a exemplo do Terminal de Ônibus em anexo, que ainda se encontrava em faces iniciais de construção, foi inaugurada a nova Estação Varginha, no mesmo padrão das atuais estações metro ferroviárias do ramal, porém com operação assistida de Segunda a Sexta, entre 10h e 15h
Em 25 de Outubro de 2025, enfim a Estação Varginha passou a operar em horário integral, entre às 04h e Meia Noite, diariamente, no mesmo escopo das demais estações do ramal, com o Terminal de Ônibus Urbano anexo a essa estação, ainda em faces de obras de construção. Porem mesmo sem o serviço do Terminal de Ônibus, foi notada uma expressiva movimentação de passageiros desembarcando dos Trens neste primeiro dia de operação plena, sendo que a maioria dessas pessoas, se dirigiam para o Ponto de Parada de Ônibus da Avenida Paulo Guilguer Reimberg, do lado oposto de uma das saídas da estação, para acesso aos coletivos com destino aos bairros da região.
O restante do Ramal Ferroviário de Jurubatuba, no trecho entre os bairros Varginha, Parelheiros, Colônia Paulista e Evangelista de Souza, no entroncamento desse ramal com a Linha Mairinque - Santos, encontra-se desativado desde o início dos anos 2000.
Mapa das Linhas da Sorocabana/Fepasa no arredores da RMSP. (Acervo Site Novo Milênio)
Existe a "ideia de projeto", de estender o serviço do Trem Metropolitano, até a região de Parelheiros, após o bairro Varginha. Projeto esse inclusive que constava no escopo das Linhas do Trem Metropolitano da FEPASA.
Projeção das Linhas do Trem Metropolitano na época da extinta FEPASA
O Canal Férreo Cam, registra os créditos das imagens feitas no início dos anos 2000, ao Preservacionista, Vanderlei Antonio Zago, o qual cedeu gentilmente as mesma; @VanderleiAntonioZago
As imagens atuais (2025), foram gravadas com recurso de câmera de celular pelo Canal Férreo Cam @ferreocam1450